WishPride
EntrarCriar conta
Avatar de @lilisoumise
lilisoumise
@lilisoumise18 de jul.

Olá, Vou falar sobre consentimento. Nos preconceitos, muitas vezes percebe-se qu

Olá, Vou falar sobre consentimento. Nos preconceitos, muitas vezes percebe-se que a pessoa submissa, que deve obedecer ao seu Mestre, não pode recusar nada. Isso não é verdade. O consentimento está sempre presente, seja qual for a situação! É verdade que, para os escravos (a submissão extrema), o consentimento tende a desaparecer. Na realidade, ele existe. Faço uma observação, mas vou fazer um tema sobre isso. Existe, sim, uma diferença entre uma submissa e uma escrava. Na minha visão, a escrava é uma submissa levada ao extremo. Voltando ao consentimento. Seja qual for a situação, o momento ou a prática, o NÃO existe sempre. Consoante as relações, o não pode desaparecer, mas ser substituído por um sistema de cores ou por uma palavra. Dependendo do grau da cor ou da palavra, a submissa faz ouvir o seu não e o Mestre deve respeitá-lo. O mais comum é o que se chama palavra de segurança (safeword). Esta é definida pela submissa e, claro, deve ser uma palavra fora do contexto da submissão. Essa palavra não põe fim à prática, mas à sessão. Ou seja, quando a submissa a pronuncia, o Mestre deve interromper tudo. O melhor é conversar e compreender o que aconteceu para chegar à pronúncia dessa palavra. A safeword também é definida para a escrava. Se eu resumir: - ou existe o não, que põe fim à prática, mas a sessão pode continuar - ou existe um sistema de cores ou de graus que põe fim à prática ou até à sessão Em todos os casos, a safeword é definida e põe fim à sessão. Numa relação saudável, deve ser estabelecido um diálogo entre os dois parceiros para compreender e fazer com que, nas sessões seguintes, tudo decorra da melhor forma

Carregando...